Resgatei gatinhos, e agora?

30/10/2019 - 12:02

Dicas para encontrar novos lares aos felinos que ajudamos
Foto: SeventyFour/iStock.com

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Virar as costas para um gatinho necessitado e indefeso não é algo que pode ser sequer cogitado por um gateiro. Contudo, nem sempre podemos ficar com o peludo em definitivo, apenas como lar temporário. O gateiro Igor Mourelle Xavier e sua esposa, Manuela das Graças Pessanha Macedo, idealizadores do Cat Club, que o digam. Com 174 mil
seguidores no Instagram (@catclubcombr), o casal possui seis gatos: Tyler e Marla (Persas) de 6 anos, Jojoca (SRD) de 6 anos, Aurora (SRD) de 3 anos, Bento e Bartô (gêmeos cinzas SRD) de 2 anos; e mais três cachorros: Lola, Fred e Tobias – ainda realiza resgates sempre que encontra um felino em apuros. “Nosso primeiro resgate foi o da Jojo. Manu a viu na rua sendo enxotada, bebendo água numa poça suja na beira da estrada. Como ela era uma gata arredia e desconfiada, nós preferimos ficar com ela para que não corresse o risco de ser rejeitada em uma possível adoção”, conta Igor. Depois desse resgate o casal não parou. “Certa vez eu precisava comprar armários e achei uma megaoferta em um site. Chegando lá, ouvi um ‘miadinho’ distante (ouvido de gateiro é aguçado, né?). Não deu outra: um filhotinho assustado atrás de um vaso de plantas. Encontramos um lar para ele”, relata o gateiro. Entre tantos resgates, o que mais repercutiu na vida do casal foi o da gatinha Aurora, ainda recém-nascida. “Tive que a alimentá-la a cada 3 horas, inclusive na madrugada. Foi nosso pré-treino para a paternidade humana. Nossa filha também se chama Aurora. ‘Aurocat’ e ‘Aurobaby’ são superamigas.” 


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