Siberiano, a beleza das florestas geladas

06/06/2017 - 14:16

Descubra os mistérios que fizeram deste gato um ser tão mágico e adorado por artistas e criadores no mundo todo
Gatil Winter Soul Foto: Johnny Duarte

Gatil Winter Soul Foto: Johnny Duarte

De aparência exuberante e ar selvagem, o Siberiano já esteve presente nos lares de muitas famílias russas em histórias infantis e folclóricas que os descreviam como seres protetores capazes de abrir portais mágicos para outras dimensões, ou como pequenos ajudantes que espantavam roedores e intrusos de plantações. Não foram só os seus compatriotas que se encantaram com seus atributos físicos e temperamento gentil. O artista e escritor inglês, Harrison Wier, conhecido como “pai da gatofilia”, em 1889, descreveu-o em seu livro Ours cats and about them (“Nossos gatos e tudo sobre eles”, em tradução livre). Mas foi na literatura norte-americana que o felino foi descrito com exatidão, e sem modéstia, por Helen M. Winslow, no Concernig Cats, em 1900, como “um gato russo genuíno, de um azul extraordinário e perfeito, um animal de estimação de pelos longos...menos comum do que o Persa e o Angorá Turco.”
 
RECONHECIMENTO MUNDIAL
Em 1997, a Federação Internacional Felina (FIFe) reconheceu o Siberiano como raça e, pouco depois, em 2000, foi a vez da Cat Fanciers Association (CFA). No Brasil, ainda não há muitos gatis que criam esse gigante russo. “Quando conhecemos o Siberiano, entre 2010 e 2011, encontramos apenas um gatil que, por ora, não criava mais. Abrimos o nosso em janeiro de 2012 com matrizes vindas da Europa e, desde então, estamos trabalhando com essa raça maravilhosa”, conta Rubia Guedes, proprietária do gatil Winter Soul, de Santo André-SP, que também cria o Neva Masquerade.

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