Tenho 11 gatos é normal acontecerem fugas... Hehehe... Mas, o caso mais engraçado, é o do Phyapo, ou vozinho (por ser bem velhinho). Ele apareceu lá em casa dia no dia de Finados de 2007. Era velho, estava sem dentes (babava muito), tinha o pelo horrível (como se tivesse sido derramada água quente, judiado pela mão humana), era também todo torto (acho que por uma queda ou por ter sido surrado)... Enfim, adotamos o coitadinho... Ficou em nossa família cat até 04/2008, quando descansou. Era muito velho mesmo... Bem, ele tinha um costume estranho... Ele fugia, sumia por exatos 14 dias, e no 15º dia ele aparecia, assim, como se não tivesse acontecido nada, ainda se achando o dono do pedaço... Ele era uma graça....Gatos... Difícil de entender seus costumes... ;) Mais, fácil amá-los. Cada um com o seu jeitinho único, e incrível...
Lisa Santos
O meu gato Mickey foi dado a mim quando tinha uns 2 anos e como eu já tinha 2 gatos criados em apartamento, pedi a minha irmã que o levasse ao veterinário porque ele tinha umas dermatites. A veterinária falou que ele teria que ficar internado por 1 semana para o tratamento, porém, passados 3 dias, ela ligou falando que o Mickey tinha fugido. Ficamos muito chateados, pois ele estava num bairro estranho e pensamos tê-lo perdido. Já estava tentando consolar minha irmã e minha filha com aquelas frases "vamos orar pra que nada de grave aconteça a ele, quem sabe arrume uma família que o acolha”, etc..Quando 3 dias depois a veterinária ligou que ele "tinha voltado" da mesma forma como tinha fugido. Não entendemos nada, porque ele estava numa gaiola, num cômodo dos fundos da clinica, e o muro era bem alto...bem o importante é que ele voltou são e salvo, mas nunca saberemos o que fez nos 3 dias de rua...
Sonia Regina Junqueira Nogueira
Já fiquei plantado no portão de casa esperando ela voltar da farra. A última vez foi no dia 31-12. A gatinha fugiu pela manhã. Tive que me atrasar em vários compromissos com amigos, justamente na noite do reveillon. Dai fui pra festa, mas tive que voltar às 12:30 para ver se ela já havia chegado. E para me encher de felicidades lá estava, ela miando no portão de casa. Dai desejei feliz ano novo pra ela e voltei pra farra (rs).
Marcelo Lopes
O meu Frajola tinha uns 8 meses e nunca teve acesso à rua, todas janelas da minha casa possuem telas, o meu quarto tem uma porta balcão com grade e tela, porém um dia, após o trabalho, chego e o Frajola estava sem a coleirinha (com RGA, Sininho e o nº. do telefone). Comecei a procurar a coleira pela casa toda, por todos os lugares possíveis e imagináveis, eis que chego ao quarto e descubro um buraco na tela da porta balcão, lugar por onde ele fugiu. Como ele ficou sem a coleira eu jamais irei saber, mas o importante que é ele voltou, uma vez que ele não conhecia a rua. Depois desse dia só abro a porta balcão deixando a porta com vidro fechado!!!!!!!!
Luci Tolin de Oliveira
A gente sempre acha que se preocupa demais, que estamos neuróticos com a segurança dos nossos bichanos. Pois bem, recentemente, minha gatinha Lucy provou o contrário, todo cuidado é pouco quando se trata de gatos... Minha mãe aproveitou as férias para colocar a casa em ordem, semana passada começou a bagunça: pedreiros, pintor e muito movimento na opinião dos meus gatinhos: Chatran e Lucy. Como eu moro em casa (com muros altos) a minha atenção redobrou. O Chatran tem pânico de gente, então armei um cafofo em cima do armário e ele passa o dia todo dormindo lá, a Lucy também, mas ela é mais atrevida e corajosa e resolveu testar a sorte... Na quarta-feira (08/01) fui ao médico de manhã e quando voltei minha mãe estava desesperada porque não achava a Lucy em canto nenhum, olhei em todos os cantos possíveis, no telhado da garagem, no telhado do quintal, dentro dos armários, boxes, gavetas, geladeira, fogão, sai na rua desnorteada chamando por ela e nada...nem sinal. Comecei a rezar com todo meu coração para Deus proteger minha princesinha até eu encontrá-la. Quando entrei em casa minha mãe gritou que ela estava na vizinha de cima...problema: a vizinha tem dois cachorros. Fui direto na casa dela, toquei, toquei e nada, a mulher não estava...subi correndo na janela do quarto da minha mãe, que dá pra ver o quintal da vizinha, chamei, chamei e de repente aparece os olhões amarelos arregalados da minha Biju (apelido carinhoso), quase tive um treco. Subi no telhado e comecei a chamar, mas não tinha como ela subir, porque era muito alto. Sabem como ela chegou lá? Escalando a churrasqueira, sim, não foi descuido de ninguém, eles sempre ficaram no quintal sem problemas, mas ela resolveu explorar novos ambientes e entrou na churrasqueira e escalou. Fiquei imaginando a musiquinha durante a escalada ‘spider cat, spider cat...’. O topo da churrasqueira acaba no telhado do quintal, daí ela viu a janela da vizinha e pulou no quintal da mesma!!! Meu desespero ‘e se os cachorros forem destroçadores de gatos?’ entrei em pânico! Os cães ainda não tinham percebido a presença da gatonilda, minha mãe me passou a escala mas era muito baixa, eu teria que me esborrachar alguns metros pra entrar na casa e depois seria impossível de sair. De repente o cachorro maior sai correndo da lavanderia ‘ufa, ele tem medo de gatos!!!’ Foi quando o basset velhinho se deu conta da intrusa! Eles ficaram de frente, ela toda arrepiada e ele simplesmente curioso, não partiu pra cima, só ficou encarando. Agora imaginem eu pendurada no telhado com a vassoura na mão espantando o cachorro. Juro que se o baixinho se aproximasse com más intenções eu me jogava do telhado, me negava a assistir de camarote o massacre! Fiquei chamando a Lucy, mas quem disse que ela sabe subir em escada de pintor? A campanhia tocou, a vizinha da casa de cima da vizinha escutou tudo e ofereceu a escada de três metros. Coloquei a escada dentro do quintal (nisso a Lucy e o baixinho estavam na lavanderia) e desci correndo pra pegar a doida, quando cheguei perto deles o cachorro começou a latir e foi pra cima dela, não sei o que ele pensou, só sei que peguei a Lucy pelo cangote e subi em três segundos a escada! Devolvi a escada da outra vizinha, agradeci quase com um abraço e voltei pra casa. A dona Lucy estava esparramada na caminha dela, exausta depois do passeio. Foi terrível, pensar no que podia ter acontecido! E se a vizinha tivesse um cachorro nervosinho? Constatei que a Lucy é sem noção e tratei de fechar a churrasqueira. Agora ela tá aqui, dormindo sobre a impressora, não sei o que seria de mim sem a minha Spider Cat! Não subestimem, eles são capazes de tudo!
Carolina Toledo Andreu
Infelizmente, minha Puru já fugiu algumas vezes. Antes de ser castrada isso era frequente. A escapada mais marcante foi quando ela tinha mais ou menos um ano, no seu primeiro cio. Ela sumiu durante dois dias, para meu desespero. Procurei pela vizinhança e nada. Num domingo eu dormia enquanto o restante da família tomava café. De repente, o estrondo! Era o forro do teto da cozinha que desabava e junto com ele, Puru e seu 'namorado' da rua. Eles namoraram dentro do forro até este vir ao chão! Foi hilário!
Dea Carvalho
Temos um gato Maine Coon, castrado e que todos os dias sai pra passear. Ele gosta muito de andar e dormir no telhado, e acabou aprendendo a ir pra casas dos vizinhos. Quase que diariamente ele sai pra passear ou dormir nos telhados, mas certa vez ele não voltou. Após 2 dias sem ele voltar pra casa, fizemos uma faixa e espalhamos vários cartazes com foto pelo bairro inteiro. Depois de 5 dias, recebemos uma dica de onde ele tinha sido visto naquela semana, a 2 quadras de casa, e fomos até lá pra verificar. Ele estava em cima do muro, magro e desesperado pra voltar pra casa. O mais impressionante é que ele estava na rua de trás de casa, a umas 2 quadras de distância, vai ver ele foi andando, andando, e depois não sabia mais voltar. Graças a Deus nada de mal aconteceu com ele.
Elizangela Carvalho
Sim, e foi um verdadeiro Deus nos acuda, que graças ao nosso guarda, acabou bem! Mas não antes de umas boas horas de desespero e promessas.Todos de casa e alguns vizinhos: de caro,moto, bicicleta e a pé...de repente toca o telefone: era o guarda avisando ter encontrado o nosso querido Cherrie...Mas pedindo para eu ir buscá-lo, pois ele estava meio assustado e muito arisco. A casa toda se alegrou, inclusive o guarda, pois recebeu recompensa. E o Cherrie? Bem foi devidamente castigado com afagos e sua comida predileta.
Célia Maria Rolim Bezerra
Minha gatinha Lua já fugiu quando estava no cio! Na realidade caiu do quarto andar, acho que ela tava tentando descer para rua, mas coitadinha, ficou tão apavorada que fez coco em cima dela mesma, de medo!! As pessoas na rua tentavam se aproximar (para ajudar), mas ela não deixava...Apenas quando uma pessoa ligou para minha casa e me perguntou se a gata era minha que pude salva-la!! Eu ainda não tinha percebido a falta dela...apesar de achar tudo meio silencioso em casa...Quando cheguei perto dela, estava toda cheia de coco e uns machucados...penso que da queda (vizinhos viram ela cair), só quando ela sentiu meu cheiro é que me deixou pegá-la. Nossa, fiquei morrendo de pena dela, nunca havia visto tão assustada. Botei-a no colo e ela enfiou o focinho entre meus braços, como que para se esconder, cheguei em casa e dei um big banho, isso ela gosta e muito!!Tomar banho!! Agora já está castrada mas continua sendo aventureira.
Débora Michelle
Aqui em casa as janelas são teladas e tudo é cercado. Tomamos o maior cuidado! Mas mesmo assim uma de minhas gatas já fugiu. Ela (Nicke) mordeu a tela até rasgar, pulou no quintal da vizinha e correu. Quando acordei de manha só vi o buraco na tela. Sai desesperada, mas achei a gata na casa do fim da rua se engraçando com outro gato!
Francislene da Silva Lucena Aquino
Minha gata siamesa, chamada Duda, fugiu uma vez. Nós morávamos no 1º andar de um prédio no Rio de Janeiro. Quando cheguei em casa depois do trabalho, a faxineira me disse que não a tinha visto durante o dia todo. Fiquei tão desesperada que até abri o freezer para ver se ela não tinha entrado. Quando meu marido chegou em casa, demos a volta no quarteirão chamando por ela. De repente meu marido disse "Achei, é ela ali" "Onde? onde?" perguntei, foi quando ele apontou para uma cara fazendo churrasquinho na calçada. Assim que eu abri a boca e comecei a chorar compulsivamente, ele se arrependeu da brincadeira e pediu milhões de desculpas. Coloquei uma foto no elevador do prédio, com meu nome, apto e telefone, caso alguém a tivesse visto. No dia seguinte, passei o dia inteiro chorando, e mais ainda quando cheguei em casa e no meu bilhete do elevador alguém tinha escrito quanto seria o valor da recompensa!!! Cheguei em casa, acendi uma vela pro santo protetor dos animais, pedindo pra achar ela logo. Liguei pra minha mãe em São Paulo que chorou junto comigo pelo telefone. De repente, minha campainha tocou. Era uma vizinha, que estava desesperada, pois tinha achado minha gata. O problema é que ela a tinha achado dentro do motor do carro dela, quando ela parou em posto de gasolina, em outro bairro da cidade, depois de rodar com o carro o dia inteiro. O pior é que naquele dia, ela tinha descido de escada e não viu meu bilhete no elevador. Quando o frentista avisou que tinha um gato no motor dela, ela se apavorou, porque ela era extremamente alérgica a gatos. Pediu pra ele tirar o bicho. Deixou-a lá no posto, e foi embora. Disse pra eles darem a bichana pra quem quisesse. Quando ela chegou no prédio e viu meu bilhete se desesperou. Foi quase chorando tocar minha campainha. Fiquei até com pena dela. Achou que eu ia brigar com ela e tal. Só pedi que me levasse no posto pra eu buscar a minha gatinha. Como ela estava muito nervosa, nós fomos de táxi. Quando cheguei lá, a coitadinha estava dentro de uma caixa de papelão, suja de graxa e molhada, porque tiveram que jogar um esguicho de água pra ela sair do motor. Tava tão assustada!!! Ainda os frentistas ficaram jogando indireta de quanto seria a recompensa...eu até daria um dinheiro, mas tava quebrada e o táxi já ia custar uma fortuna!! Eu agradeci e fui embora... Cheguei em casa, dei um banho nela, e liguei pro veterinário. Ele me disse para examiná-la, tocar na barriga, nas patas, procurando algum ponto machucado, mas como não achei nada além de um arranhão em cima do lábio e alguns arranhões nas patas, ele pediu que eu a observasse, e que qualquer problema a levasse ao consultório. Mas não houve nada, ainda bem!! Foram os dois dias mais angustiantes da minha vida até agora (ainda não tenho filhos, rs), pois eu pensava o tempo todo se ela estava bem, se tinha sido atropelada ou algum cachorro a tivesse machucado. Essa espera é a pior. Mas no final deu tudo certo! Hoje moramos em outra cidade, e ela esta super bem. Brinca bastante, mas morre de medo de sair de carro...
Samantha Poio Garcia
Meu nome é Daniela e tenho duas gatinhas: a Teca e a Malu. Elas são irmãs e em Dezembro/08 completaram 1 ano. Me disseram que assim que elas completassem 1 ano iriam sossegar, mas não foi o que aconteceu. Elas continuam muito sapecas. Moro no terceiro andar de um prédio de quatro andares, em Joinville, sendo que o primeiro andar é o próprio térreo. Como as janelas dos quartos e lavanderia têm tela, eu só coloquei rede na varanda. Ocorre que eu deixei a janela da área de serviço meio aberta e adivinhem o que aconteceu? A Teca e a Malu resolveram passear lá embaixo. No primeiro dia foi a Malu e no segundo (uns 7 meses depois) foi a Teca. A Malu era bem pequena quando saiu para o primeiro passeio e acabou caindo no jardim da minha vizinha do primeiro andar e ficou chorando. Já a Teca, como era maiorzinha, caiu e ficou um dia todo passeando e no final do dia pulou a janela da mesma vizinha do primeiro andar. Foi impressionante a minha reação nos dois episódios. Me senti a dona mais desnaturada e descuidada do mundo. E, óbvio, a minha vizinha do primeiro andar virou o nosso anjo da guarda! Agora todas as janelas estão com rede e espero nunca mais passar por este susto novamente. Amo as minhas gatinhas e elas são as minhas companheiras mais queridas e enchem a casa de muita alegria.
Daniela Silva
Minha gatinha Teka fugiu quando mudei de casa e fui negligente com o fechamento da nova moradia. Fiquei desesperada, ela é minha filha mais velha, dentre os outros oito gatos. É uma gatinha um pouco tímida, ficou muito abalada quando meu número de filhos felinos aumentou. Na época da fuga ela dormia no meu quarto, fugiu na calada da noite. Fiquei muito abalada e fui procurá-la. Havia voltado para nossa antiga moradia, a umas duas quadras da atual. Quando me viu esquivou-se, ao longo de intermináveis trinta noites tentei resgatá-la, ela fazia que não me conhecia, eu deixava a ração e voltava chateada para casa. Depois desse período ela sumiu, pois a casa que fora vendida estava sendo reformada, deve ter ficado assustada com a chegada dos pedreiros.Sendo assim, achei que havia perdido a batalha. Algum tempo depois o vizinho da casa me disse que havia um gato no seu porão. Fiquei cheia de esperanças, seria a gata fujona? Sim, era a Teka, ou melhor, o que restava da pobre gatinha teimosa, ela estava pele e ossos, veio comigo como quem sente um grande alívio. Depois desse triste episódio ficou uns quarenta dias reclusa no meu quarto, só usufruindo das mordomias.
Luciana Maria da Costa e Silva
Tenho 2 gatos SRD, castrados. Moro em casa. Nunca fugiram! Só vão ao quintal no colo das "mães" (eu e minha mãe). Todos em casa são paranóicos, sempre de olho nas portas. Janelas só uma frestinha aberta! Tudo por amor e consideração a eles, que nos dão tantas alegrias!
Rafaela Naomi Ono
Ele devia ter uns 4 anos quando fugiu, na verdade acho que o roubaram quando ele estava na frente da minha casa. Meu pai, dono do gato, ficou doente, sem comer, até que finalmente, depois de 15 dias, ele simplesmente reapareceu, bem magrinho, desnutrido mas foi uma festa vê-lo de novo. Hoje ele está com 10 anos e é o xodó da casa.
Stephanie de Santana Alves
A minha gatinha Rita Maria, certo dia desapareceu... Foi entardecendo e a noite chegou... Eu chamava, chamava e chamava... Nada da Rita Maria.. Foi me batendo um desespero. Cadê a Rita Maria? Fui na casa dos vizinhos, procurei dentro e fora de casa, e nada da minha ritinha, tarde da noite depois de muito procurar, fui abalada pelo cansaço que me fez desistir, ao menos por aquela noite. Na manhã seguinte acordei cedinho e continuei procurando, de repente veio a minha vizinha de muro, que mora do ladinho da minha casa com a Rita Maria no colo! Graças a Deus ela apareceu e sabe aonde a danadinha estava? Dormindo dentro da casa da vizinha, disse-me ela: Mayla hoje cedo escutei miados e quando fui olhar no quarto de visitas lá estava a sua Rita Maria!
Mayla Cibele Pereira de Oliveira
Meu gato era de rua, primeiro ele me adotou, me conquistou e logo o adotei, mas inúmeras vezes ele fugiu aparecendo dias depois, todo ferido. Já havia vacinado meu pequeno notável e levado para avaliação veterinária. Acontece que moro em casa com terreno, era só virar as costas e ele corria para rua, até que fraturou o rabo e apesar do acompanhamento médico custou a se recuperar, precisei ficar com a casa fechada neste período e então decidimos colocar redes de proteção em todas as janelas para conter as fugas.
Andréa Rebello
Ola! Sou criadora de Sagrado da Birmânia e adoro a revista Pulo do Gato. Meu gatil foi construído junto à nossa casa. Nossos gatos têm acesso sempre que permitimos, deixando aberta a porta que faz a comunicação casa-gatil. Raramente fechamos essa porta. Só em casos muito específicos, como uma visita que não gosta de gatos (muito raro), ou em dia de faxina, coisas assim. Por coincidência, exatamente no mesmo dia em que recebi o e-mail sugerindo que participasse da pesquisa interativa, nossa casa foi invadida por ladrões. Eles arrombaram a porta da nossa cozinha, que fica para os fundos do terreno, E tudo isso aconteceu enquanto dormíamos! Como acordei com o barulho (que, até então, julgava ser um dos meus gatos) e fui até a cozinha, acabei os surpreendendo antes de conseguirem levar alguma coisa. Mas o pior de tudo foi o susto que meus felinos levaram. Alguns correram para se esconder debaixo de móveis, dois fugiram para a rua. Uma delas, a Katherine, subiu no butiazeiro que temos no jardim. Outra, a Sophie, sumiu! Procuramos por tudo: debaixo da casa, nas árvores, no terreno baldio ao lado da casa, e nada. Saí por toda a vizinhança com uma foto dela na mão, perguntando se alguém a tinha visto. Ninguém vira a minha Sophie. As horas foram passando e o desespero continuava a aumentar. Cheguei a pensar que os ladrões poderiam tê-la levado. Meu marido tentava me consolar, argumentando que ninguém roubaria um gato adulto tendo tantos filhotes a mão. Também me dizia que ficasse calma, pois tinha certeza de que ela voltaria para mim. Mesmo vendo a convicção que havia em suas palavras, não conseguia me conformar. Pensei em todas as possibilidades, desde a terem levado, ou alguém tê-la achado e ficado com ela. Quando já tinha perdido as esperanças de achá-la, por volta das 20h00, eis que um anjo bate a minha porta com a melhor notícia que poderia receber nesse momento: a encontraram! Um dos nossos vizinhos, que até então estava no litoral, encontrou a minha Sophie assim que abriu a porta de casa. Ela estava bem “sim-senhora”, deitada no seu sofá, e já tinha devorado algumas coisinhas, tipo bolachas que estavam num pacote sobre o balcão da cozinha (faz parte!). Fomos até a sua casa para recuperar a fujona, que veio correndo para meu colo. Essa foi a história da nossa fujona Sophie. Um grande beijo a todos!
Elizangela Wavrick dos Santos
Sim, minha gata já fugiu. A Mel fugiu e foi pro terreno ao lado da minha casa. Fiquei bastante aflita, pois não deixo ela sair de dentro de casa por medo de envenenamento. Depois de alguns minutos ela voltou para casa espumando e evacuando sangue. Comecei a chorar, alertei a casa toda. Vieram minha mãe e a minha cunhada. Minha cunhada me levou de carro até a veterinária. Chegando lá, o médico diagnosticou infecção intestinal, ela estava com 42ºC de temperatura. Tomou injeção e antibióticos. Passados alguns dias ela não melhorava. Levamos novamente no veterinario que receitou uma ração medicamentosa. Ela não melhorava e emagrecia, então resolvemos levar em outra clínica. Lá a veterinária diagnosticou lipidose hepática. Ela teve que ficar internada por 15 dias, sendo alimentada por sonda. Sofri muito com a falta dela e com o seu sofrimento. Agora, depois de uns 4 meses ela está completamente recuperada e linda. Mas estou sempre de olho para que novas fugas não aconteçam. Gato é tudo de bom!
Ana Paula Wanderlind Gorges
Tenho 4 gatos e a minha gata mais velha, Nina, não perde a oportunidade de dar uma voltinha no quintal do visinho. Moramos em um condomínio fechado de casas e meus gatos são criados dentro de casa e, no máximo, podem brincar e tomar sol no quintal, mas a Nina adora fugir pela porta da frente e rolar na grama do jardim dos vizinhos. O vigilante do condomínio até ri quando assiste a cena frequente do casal da casa 406 em busca da gata fujona.
Tatiana Fernanda Pinho
Uma gata minha (a sapeca CRYSTAL) já tentou fugir sim - para o meu desespero. A grade da garagem era com tela e ela conseguir tirar os grampos da tela e passar por baixo. Percebi a ausência dela e para minha sorte ela estava escondida no quintal da vizinha. Nunca mais os deixei sozinhos....São 10 gatos...agora sempre tô de olho!!! Eles são muito espertos!!! Sou assinante da revista e mando abraços a todo pessoal da revista!!!
Tania Libia
Sim, quando deixaram o portão aberto e eu estava fora, a minha gatinha saiu, quem estava lá na hora não percebeu. Mais tarde quando era hora de coloca- las para descansar que minha mãe deu falta. Quando voltei para casa fui dar ração a elas e não a encontrei,foi quando minha mãe contou do seu sumiço. Após mais ou menos um mês a gatinha que ficou começou a miar alto, e havia longe outro miado, que foi se aproximando. Ouvimos um barulho na janela e eu saí correndo pra ver......a minha gatinha tinha voltado. Abri a porta da cozinha e a gatinha veio correndo atrás de mim,todo mundo que sabia do sumiço ficou feliz, ela voltou muito magra e ate hoje não se recuperou.
Carolina Miki Tokuyosi
Sim..... Tive uma gatinha que era uma fujona de primeira... Seu nome era Princesa, perceberam "era". Em uma dessas suas fugas, Princesa comeu veneno e chegou em casa agonizando vindo a morrer horas depois. Mas houve uma fuga sua que o final foi de filme. Princesa sumiu durante o dia, passei a noite chorando chamando por ela... Acordei e fui até o quintal da casa e fiquei chamando por Princesa. Ouvi um miado longe, fraco... Continuei a chamar e percebi que a cada momento ficava mais próximo o miado. Só que esse miado estava vindo do outro lado do muro, que é a área verde de um clube e tem aproximadamente 3,5m de altura... Acordei a Paula, pessoa que trabalha em minha casa, para ficar "conversando" com Princesa para ela não se afastar novamente enquanto eu trocava a roupa para ir ao Clube ver se já havia alguém para pega-la. Quando de repente escuto a Paula gritar: Peguei, peguei!... Paula subiu no muro, este muro tem uma tela e cerca elétrica, não sei como ela se equilibrou, amarrou lençóis a uma cesta, jogou do outro lado do muro e falava:- Entra Princesa, entra.... Acreditem.... Princesa entrou e foi resgatada. Estava toda molhada pois havia chovido e com fome. Passamos a não deixar ela sair. Até que um dia a fujona aproveitou um descuido nosso, e..... já sabem. Hoje tenho duas: a Benji e Wendy, que não deixo de forma nenhuma ficarem no jardim sozinhas. Sofremos no calor da Bahia com a casa fechada, mas todos concordam com o calor coletivo. Isto fará com que elas não tenham o mesmo final da nossa Princesa.
Kátia Sampaio
Moro na zona sul da capital de São Paulo, no quarto andar de um prédio. Fui uma tarde ao shopping e como o dia estava lindo, deixei a janela da sala aberta e sem tela. Deixei minha gata siamesa Lilica sozinha. Esta danadinha sentindo-se só, foi para a janela ver se tinha alguém para lhe fazer companhia. Pulou para o jardim em companhia de algumas crianças que por ali estavam a brincar. Quando cheguei à noite me deparei, na porta do prédio, com uma gata que se parecia com a minha. Logo ela se aproximou e miou como se pedisse carinho. Peguei-a no colo e levei-a para o apartamento ainda desconfiada de que não era a minha gata. Procurei minha Lilica por todo o apartamento e por uma manchinha de nascença em seus olhos pude perceber que era a minha mesmo. Rapidamente verifiquei se estava ferida e levei-a ao veterinário. Foram feitos todos os exames e constatou-se que nada lhe havia acontecido. Foi um dia de desespero, mas acredito mais ainda que gatos têm sete vidas. Lá se foi uma da minha. Daquele dia em diante coloquei tela de proteção em todas as janelas do apartamento. Hoje a Lilica está com dezesseis anos de idade e em plena saúde.
Roseli da Silva Cerqueira
Minha linda e amada gatinha chamada PEPITA, que foi para o céu em 2008, com apenas 25 aninhos de idade, ela era uma senhora linda, toda grisalha, meiga, temperamental e com certeza parte integrante de nossa família. Pepita um dia (ninguém sabe como) sumiu de casa, achamos que alguém esqueceu a porta aberta já que ela não pulava mais a janela, então deu falta daquela amiga, e ficamos desesperadas eu e minha mãe e nossa família procuramos por ela no bairro todo, chamávamos e os dias foram passando e nada, até que colocamos o seu retrato em vários postes do nosso bairro, oferecendo uma recompensa, e então depois de 22 dias nos ligaram, estávamos na rua e viemos correndo para encontrar no lugar marcado, com um enorme medo de não ser ela, mas estava lá ela no colo de 2 homens, magrinha e quando nos viu deu um longo miado, abraçamos ela e fizemos todos os dengos, ela ganhou casinha nova da Disney e muitos dengos e ficou muito feliz com a gente, até que uns 5 meses depois ela não aguentou e partiu, mas com o nosso apoio e amor, com a gente do lado, e com todo amor e conforto possível, pois ela morreu de velha.Linda!Incomparável!Amiga!Companheira!Tudo de bom!Ela cresceu comigo e me ensinou a amar os animais tanto que hoje em dia sou Veterinária!
Mônica Fernandes Pires
Quando eu mais nova e a Posse Responsável ainda não era tão divulgada, nós perdemos muitos gatos sim, e o que eu ouvia dos meus pais erae que eles haviam fugido. Com o passar do tempo, descobri que a maioria deles tinha morrido (atropelados, envenenados, espancados, etc.). Já ví casos de gatos que ficaram sumidos por algum tempo e foram descobertos acuados em algum canto, vários dias sem se alimentar. A criação “indoor” de gatos é NECESSARIA. Sói ela permite que tenhamos total controle sobre a saúde deles, prevenindo que eles contrariam diversas doenças GRAVES, tendo o total controle dos parasitas e também que eles sofram maus-tratos. Alem disso, considero uma TOTAL FALTA DE RESPEITO, com os outros vizinhos que não possuem gatos. Eles não são obrigados a ter os nossos em suas propriedades. Em minha opinião, casas e apartamentos devem ser seguros e telados e lugar de gato é dentro de casa.
Rafaella Visconti
Houve um surto de carrapatos silvestres e o GERALD, nosso gato preto, contraiu uma carga incontável nas orelhas, porque ele sempre passeava pelo mato! O tratamento caseiro foi doloroso, e acredito que foi o trauma que o levou a fugir. Ele já era idoso, e nunca mais voltou. Aprendemos a nunca mais fazer tratamento em casa!
Ane Forcato
Ola caros amigos! Tenho um gato de, aproximadamente, 13 anos. Na verdade ele agora é mais da minha mãe e dos meus irmãos que meu, mas quando ainda morava na minha cidade, durante o mês de Julho existe uma grande festa e a cidade fica muito cheia e o barulho dos trios elétricos é quase que insuportável. O meu gatinho que se chama ChanOsvaldo, em uma das noites de festa, sumiu com seu amigo BilyValdo (O gato de uma vizinha e amigão do meu gatinho). Eu lembro que tive febre, não comia e não queria sair de casa para nada, porém, depois de uma semana um grande amigo me convidou para ir até o centro comer um lanche na praga de alimentação da cidade. Lá viviam muitos animais de rua, entre cães e gatos.... E lá estava o meu filhinho com os olhos amarelados e bem grandes e tão magrinho, miando atrás de algum resto de comida. Quando vi não acreditei, já fui pegando e dizendo pro meu amigo: "É o meu gato, olha ele tem próximo a calda a mesma mecha branca do ChanOsvaldo só pode ser ele!!! Beto dizia: “Ele ta sujo, deve estar cheio de bicho e doente...” Mas eu não quis nem saber e levei o gato para nossa casa, niguém, assim como eu, teve dúvidas de que era ele. Demos comida e ele já foi diretinho para cama onde gostava de dormir comigo e com meus outro irmãos. Tive outros gatos antes e depois do ChanOsvaldo, todos já se foram menos ele, que é o amigo fiel da família e sobretudo da minha mãe, ele faz companhia a ela, os dois comem juntos sopa a noite e minha mãe faz iogurte natural só pra ele e claro: ele adora!!! É um meninão lindo e mimado.
Suzely de Oliveira Paulino
Sim, ela já fugiu. Tenho uma gata persa, hoje com sete anos, ela já fugiu duas vezes em ambas as vezes foi encontrada. Para que entendam a história preciso explicar onde moro, pois esse fato está diretamente ligado à fuga da gata. Minha casa fica em cima de um estabelecimento comercial e a janela do quarto dá acesso ao telhado do comércio. Numa noite em que a chuva caia moderadamente, senti a falta dela e então comecei a procurá-la, procurei e nada, às vezes ela tem mania de dormir dentro dos guarda-roupas, mas dessa vez ela não estava. Nessa altura minha família toda estava me ajudando. Comecei a procurar na rua, meu irmão olhou em todo telhado da padaria e foi quando ele ouviu um miado bem baixinho, então olho para o lado de lá do muro onde ele se juntava com o telhado e a viu toda molhada e assustada, foi um momento de grande alívio... Descobri que ela saiu pela janela do quarto, mas só conseguiu sair porque a cama estava encostada na parede da janela,diminuindo a distância do chão até a janela. Na segunda vez ela saiu pela outra janela do outro quarto, que sempre estava fechado, mas alguém entrou e esqueceu aberto. Só que dessa vez tinha um grande agravante, eu estava internada no hospital fazia quase um mês. Então, no meio dessa situação complicada que estava na minha casa, a gata foge e ninguém a encontra em lugar nenhum, minha mãe começou a ficar desesperada, pois como ela ia me contar que a Mel tinha sumido? Como eu iria reagir?? Passaram grande parte do dia procurando-a, os funcionários da padaria todos envolvidos na busca desesperada, foi então que o padeiro, mais uma vez foi fazer uma busca no forro e, num golpe de sorte, epassou a lanterna por algo "brilhante" e descobriu que aquilo que brilhava eram os olhinhos da Mel, que estava assustada e no cantinho. O padeiro a resgatou. Foi um alívio geral, minha mãe agradeceu demais e eu até hoje tenho que agradecê-lo pelo esforço e pela perseverança. Hoje, todas as janelas têm telinha, espero nunca mais passar por isso. Beijinhos. Obrigada por lerem a minha história.
Juliana Soares
O primeiro gato da nossa casa recebeu o nome de Bichouluille. Acho que ele nunca entendeu o nome maluco que minha irmã inventara. No final das contas, ele passou a ser chamado de Bicho Luile. Rapidamente ele se transformou em um gato robusto e paquerador. Ele vivia no quintal, mas toda noite pulava o muro, passava pelos fundos do prédio vizinho e saia para a rua para namorar. Ao amanhecer, voltava todo sujo, cheio de fome e sono. Nunca conheci um gato tão andarilho. Ele era o “Dom Juan” das gatas do bairro, mas não era o único macho, por isso voltava sempre arranhado. Ou ele possuía um concorrente de peso ou a sua namorada era bastante agressiva no ninho de amor. Tenho a impressão de que ele nunca perdeu uma gata. Algumas vezes, passava dias sem voltar para casa e quando voltava estava todo machucado, mas com uma cara de satisfação incrível. Ele sempre nos deixava preocupados. Algumas vezes, tentávamos prendê-lo em casa, mas ele acabava enlouquecendo a vizinhança inteira com a sua miação. Bichoulluile era o homem da casa, depois do meu pai, é claro. Fazia o tipo “Bad Cat”: para pegar a gatarada ele vivia arrumando briga. Quando ele não retornava ao amanhecer, saíamos à sua procura. Nesse aspecto, os gatos se assemelham demasiadamente com os adolescentes. Em casa são extremamente dependentes, já na rua, nem te conhecem. Gritávamos o seu nome pelas ruas, agachávamos debaixo de carros e pulávamos os muros da vizinhança à sua procura e nada. Quando conseguíamos avistá-lo, ele corria na direção contrária. Nem as tentativas de atraí-lo com petiscos, que geralmente são infalíveis, funcionavam. Ele não admitia ser controlado. Só retornava para casa quando conseguia concretizar uma conquista. Entretanto, sua lábia nem sempre colava de primeira e, às vezes, demorava dias para ele voltar. Certa vez, tentei persuadi-lo a voltar para casa. Ele estava deitado na varanda do vizinho e, como a casa possuía grades altas, não conseguia alcançá-lo com a mão. Fiquei com a cabeça entre as grades chamando-o, enquanto ele me ignorava e me matava de vergonha perante todas as pessoas que passavam nas ruas. Eu era o exemplo vivo da falta de domínio de um dono sobre o seu animal de estimação. Enquanto eu ficava repetindo o seu nome esquisito numa espécie de súplica, ele me olhava com um olhar superior de quem não queria ser visto publicamente em minha companhia. Ele parecia falar a todos que passavam: “Você conhece esta pessoa? Eu não a conheço”. Tal situação era extremamente constrangedora. Próximo à minha casa, havia um senhor que caminhava com o seu gato sobre os seus ombros, cidade afora, e eu não conseguia sequer que meu gato atendesse ao meu chamado. Havia se tornado uma questão de honra retornar para casa com o gato. Depois de horas pendurada na grade do vizinho na mesma posição, Bichouluille fez um leve movimento com o seu rabo, deixando-o ao alcance da minha mão. Era a minha única e ultima chance. Ele precisava entender, de uma vez por todas, quem é que mandava naquela casa. Puxei o gato pelo rabo e enquanto corria para casa, consegui ficar mais arranhada do que “Edward, Mãos de Tesoura”. Finalmente entrei em casa, fechei a porta e o soltei. Parecia ter retornado de uma missão de guerra. Acho que ele precisou de menos de três segundos para cruzar a casa inteira, sair pela porta dos fundos, passar pelo quintal, pular o muro, atravessar o terreno do vizinho e me dar uma banana ao passar novamente pela frente da casa. Naquele dia, ele mostrou quem é que mandava na casa. Depois disso, passei a respeitar seus ímpetos de liberdade e a aguardar pacientemente o seu retorno. Quando ele finalmente resolvia voltar para casa, começava a operação reconstrução do Bichouluille. Depois de finalmente conseguir o que queria, ou de pelo menos tentar arduamente, ele precisaria de uma reforma. Ao final de cada relacionamento, sempre vinha uma visita ao veterinário. Esse era o preço que ele pagava (e eu também) pela vida desregrada que ele levava. Quando chegava em casa, estava exausto, faminto e todo machucado. Neste momento, as coisas mudavam de figura e Bichouluille parecia me conhecer há anos. Depois de uma de suas aventuras, Bichouluille chegou em casa todo rasgado. Ele parecia ter brigado com um gato que usava canivete suíço. Cada buraco do seu corpo parecia ter sido feito por um objeto cortante de um formato diferente. Na cabeça, havia um grande buraco como se alguém tivesse tentado arrancar o seu cérebro com um saca rolhas. Algum gato parecia ter tentado fazer uma espécie de lobotomia no pobre Bichouluille. Seu machucado ficou tão inchado e cheio de pus que sua cabeça adquiriu um formato triangular, como se usasse um chapéu de festa de aniversario de criança debaixo da pele. Suas saídas já estavam me fazendo considerar a possibilidade de fazer um plano de saúde para ele. No veterinário, ele se comportava muitíssimo bem, como se precisasse da minha ajuda para não ser engolido pelo terrível monstro de roupa branca. Em casa, ele se mostrava tão rebelde quanto um louco que precisa de camisa de força. Depois de retornar da veterinária vinha sempre a melhor parte da história: ministrar remédio a um felino. Quem já passou por essa experiência sabe que ela é única e indescritível.
Luciana Eberle
Tenho 4 gatos agora: Toquinho, Máscara-negra, Narizinho e Tinky-Winky. Antes, a Mel, uma gata preta (mãe adotiva do Toquinho e Máscara-negra) era minha única gatinha preta, olhos cor de mel e super meiga. Todos são de rua! Bem, a Mel gostava bastante de uma rua. Mas ficava em casa comigo sempre. Ela já sumiu varias vezes - ficava 4 dias fora. Mas uma vez ela ficou 20 dias e me preocupou muito - achei que ela tivesse morrido. Pedia todos os dias a São Fancisco e aos espíritos protetores dos animais que a trouxessem para casa. Um belo dia, depois de 20 dias desaparecida, ela voltou! Nem acreditei! E ela estava bem, achei até que tivesse outra casa....Depois dela, muitos sumiram Depois, com o tempo, fui desencanando. Lia sobre diversos depoimentos de pessoas que tiveram seus gatos desaparecidos. Isso é uma constante nos gatos. Toquinho já sumiu, Narizinho também. Ultimamente eles estão mais caseiros. Estão mais velhos e mais sossegados. A única que não some é a Tinky-winky! Claros, ela não sai de casa....rs. Pelo menos ela fica em casa e me deixa tranquila....Já não me preocupo muuuito com os sumiços dos gatos, mas lá no fundo, não tem como....Ainda assim me preocupo.....
Marta Veado
Sim,ja tive um gato que fugiu e nunca mais o encontrei, deixando-me profundamente traumatizada. Foi o Vitório, nome dado a um gato que encontrei na rua praticamente morto. Foi socorrido na Suipa e foram 20 dias de luta e sofrimento: soro e antibióticos, diariamente. Quando se restabeleceu comecei a fazer as vacinas para poder esterilizá-lo. Com 40 dias de intenso convívio com esse lindo animalzinho, quando o levava para uma vacina, ele se debatia tanto dentro da caixinha que conseguiu desmontá-la e, assustado, fugiu ganhado os muros e o mundo. Levei 15 dias procurando-o por toda a redondeza, colocando cartazes nos postes, sem nenhum resultado, ficando uma sensação de culpa e abandono, ao mesmo tempo. Hoje tenho verdadeiro trauma de transportar meus bichinhos nessas gaiolinhas.
Irani Fernandes
Sim, várias vezes... Mesmo todas as janelas sendo teladas, o Juca, Duda - um Siamês de 3 anos muito estrábico – que fica na espreita, atrás da porta, só esperando uma oportunidade ou alguém bem lento ao entrar ou ao sair... Quando chego com compras e muitas sacolas, o danadinho escapa... Tenho que fazer como fazem com cachorro bravo: tocar o interfone e avisar: "Segura o Duda, que estou chegando." Rs... As suas escapulidas duram pouco, ainda bem, mas preferiria não ter esse trabalho.
Stella Marcia Iung de Castro
Minha gatinha Shariel já fugiu sim, e sabem por que??? Tentei adotar um gatinho abandonado e ela simplesmente não aceitou o filhote, já que ela é a caçula da casa. O gatinho entrou em casa e ela se mandou. Fiquei desesperada!!! Entrei em contato com a veterinária e fui aconselhada a deixar o bichaninho para adoção e esperar até dois dias, se fosse realmente ciúmes ela voltaria assim que o cheiro do gatinho sumisse. E não é que depois de meio dia sem o gatinho em casa a danadinha voltou mesmo! Hoje procuro ajudar os animais abandonados de outra maneira, já que em casa a caçula Shariel é quem manda. Um abrago a todos da equipe e parabéns pela enquete!
Tatiana Tribek
Eu tenho a impressão de que a minha gata passa o dia inteiro arquitetando novas rotas de fuga aqui da minha casa. A primeira fuga aconteceu quando a Bibiana, minha gatinha himalia, de 5 anos, tinha apenas 6 meses e não me passava pela cabeça que ela pudesse ter esse lado "maluco aventureiro". Fugiu pela grade do jardim que fica em frente à janelona da sala. Descobri sua fuga à noite, quando a procurava para colocá-la para dormir. Fiquei em pânico e saí gritando pela rua tentando encontrá-la. Depois de uns 15 minutos, a sem-vergonha, que é castrada desde os seis meses, apareceu vindo da casa do vizinho, que tem nada menos que um boxer enorme. Por sorte, ele estava preso aquela noite. No dia seguinte, telei aquela grade e achei que o problema tinha se acabado. Mas, pouco tempo depois, ela aproveitou-se de uma distração da minha mãe e fugiu descaradamente pela porta da frente da minha casa, como se fosse uma fuga de alguma delegacia qualquer. Conseguiu chegar só até a calçada, pois consegui pegá-la a tempo. Vigilância redobrada depois disso. No entanto, nem mesmo isso impediu que, outra noite, depois de longa hora de desespero, eu a encontrasse do lado de fora da porta da minha casa. Briguei com todos que aqui vivem, acusando-os de relapsos e de terem-na deixado escapar novamente pela porta aberta. No dia seguinte, não obstante todas as recomendações, novamente a encontrei fora de casa, esperando para entrar. Novas brigas. No dia seguinte, meu pai resolveu o mistério das novas fugas: ela fugia por uma janelinha basculante do lavabo. Durante a tarde, enquanto o usava, meu pai levou um susto ao se deparar com ela, toda alegrinha, voltando por ali, em plena luz do dia, de mais um de seus "bordejos". “Bora” telar a grade que ficava em volta ao basculante do lavabo! Durante um bom tempo, achei até que ela tinha se regenerado e desistido das fugas, até que, outra noite, na hora de dormir, vasculhei a casa inteira, e nenhum sinal dela. Diante de tantos chamados aflitos, ela acabou por responder, novamente da calçada da frente da minha casa. Na noite sucessiva, a mesma coisa. Mas, por sorte, eu a surpreendi na tarde seguinte sentadinha, admirando, embevecida, a maçaneta do portãozinho do jardim. Como ela é uma persinha que não sabe escalar nem pula grandes alturas, não foi difícil concluir que ela se apoiava nessa maçaneta “amiga” para conseguir alcançar ao topo do muro, passar pela grade e ganhar o mundo depois de um pulo de uns 2,5m, que i a altura desse muro em relação à calçada. Telei aquele pedaço do muro por onde ela escapava e fiz um obstáculo com a mesma tela, impedindo-a de ficar caminhando pelo muro todo. Já há 3 anos não passo mais pela terrível sensação de ter perdido a Bibiana e de imaginá-la entregue à toda sorte de perigos a que estão sujeitos todos os gatinhos que vivem pelas ruas.
Denise Rosa
Tenho três gatos,mas antigamente tinha quatro. O nome da gatinha personagem desta história é Maika. O que houve não foi exatamente uma fuga, mas uma tentativa. Ela estava desaparecida desde o período da manhã. Fiquei desesperada! Procurei, procurei, mas sem sucesso. Para meu espanto, a gatinha tinha entrado no motor do carro e foi com meu pai para o trabalho dele. Lá permaneceu toda manhã. À tarde, enquanto meu pai me levava para escola, de dentro do carro começamos a ouvir vários miados. Meu pai parou o carro, a gatinha desceu correndo do motor, atravessou a rua e eu a resgatei. Maika não tinha fratura nenhuma, estava ótima e voltou para casa, agora, no porta-malas. Infelizmente, no ano seguinte, quando fomos à Minas Gerais, tive um sonho de que ela tinha fugido e quando chegamos de viagem, ela tinha mesmo fugido e até hoje não a achamos mais.
Vitoria Maria P. Martins
Sim, meu gato chamado Cicinho foi levado ao veterinário para castração de manhã bem cedo, lá pelas 17h00 meu marido foi buscá-lo na clínica veterinária. Ao ser colocado na caixinha de transporte ele fugiu por uma fresta da janela que esqueceram aberta. A veterinária, desesperada, e meu marido tentaram ver onde ele foi mas não conseguiram localizá-lo. Meu marido também assustado disse a veterinária: "Como direi à minha mulher que o Cicinho fugiu?”. Quando cheguei do meu trabalho lá pelas 19h00, meu marido desesperado contou que o gato tinha fugido. Eu perguntei: "Qual deles fugiu?" e ele me respondeu: "O Cicinho". Mas como?????? Disse a ele: “E este aqui dormindo embaixo da mesa... quem é?”. Demos risadas, pois o Cicinho conhece todo o quarteirão do bairro e voltou direitinho pra casa.
Beatriz Muller
A gata estava no meu colo e se assustou com gritos de crianças. Pulou e saiu correndo, atravessou uma rua e sumiu na garagem do prédio vizinho. Passei mais de 4 horas procurando por ela. Já exausta, passando pela parte da frente da garagem vi uma gata preto e branco sentada à vontade em cima de um carro, e perguntei a ela se ela não tinha visto minha gatinha, ela olhou para mim e olhou para um carro do outro lado, olhava para mim e para o carro. Fui até lá e escondida no pára-lama do carro, estava minha gatinha, assustada e suja. Agradeci tanto àquela gata.
Denise Pacheco
Sim, seu nome é TIGRÃO, é muito esperto não pode ver uma janela aberta, por mínima que seja, e vai logo saindo de quietinho, quando vemos..... Lá se foi o Tigrão. Uma vez ele voltou pra casa, com o rostinho todo ensanguentado, achamos que ele foi atropelado, levamos no veterinário e descobrimos que ele tinha quebrado o maxilar, Tigrão sofreu muito, teve muita sorte de não morrer. Hoje ele aprendeu, ainda foge mas logo está de volta ronronando e se jogando no chão pra chamar a atenção e ganhar um carinho... Ele é o xodó da casa. É difícil prender um gato dentro de casa depois que ele sabe que é bom lá fora, com matinho pra comer, passarinhos para observar e ficar deitado sob a sombra de uma árvore... ISSO SIM QUE É VIDA...
Gisiele Rainiak Fugel Klein
Um dos meus gatos (tenho 6) já fugiu uma vez, mas não foi muito longe... Uma noite fui desatenciosa em deixar a janela da sala aberta (primeiro andar de um prédio) e o danadinho pulou sem que eu visse. Procurando na área externa do prédio, não o encontrei. Chamei, chamei..... Saí de caixa de transporte na mão - e nada. Voltei pra casa toda chorosa e resolvi ficar de olho pela janela do meu quarto. Estava olhando pra lua e pedindo a Deus pra trazer o Nino de volta, quando ouço ele miar! Estava diante da janela, mas num patamar mais alto, quase um andar acima. Saí correndo pra fora e ele ficou me esperando. Quando cheguei a certa distância, subindo uma escada, ele correu na minha direção. Parei e fiquei esperando ele me alcançar. Peguei-o no colo e reclamei um montão. Desde esse dia, a janela não fica aberta mais que um palmo para que ele não consiga passar...
Angela Maria R. Carvalho
|