Mia mia, sem parar!
As duas gatinhas de Elma Dias Tavares, de Campinas-SP, a recebem com muita miação. “Quando chego, antes mesmo de abrir a porta, as duas já ficam miando. Quando entro, elas se ‘enroscam’ em minha perna e me levam para o quarto onde guardo os petiscos. São cinco para cada uma, e depois ficamos lá fazendo uma baguncinha, brincando de pega-pega. É tudo de bom!”
Recepção calorosa
Vera Lucia Mendonça, de São Paulo-SP, adotou 5 gatinhos em um período de um ano e meio: o Tom , o John, O Lilo, o Apolo e o Dudu. Muito dengosos, recepcionam sua dona com muito carinho! “Eles praticamente ficam sozinhos durante o dia. Então quando chego em casa, os cinco estão me esperando atrás da porta. E quando a abro, eles saem todos para o hall do elevador e ficam fazendo suas gracinhas pra mim.
O Tom deita de barriga pra cima e fica esperando um carinho. O John se esfrega na minha perna e espera um carinho também. O Lilo e o Apolo vão ciscar no tapete da vizinha, e o Dudu sobe em meu ombro, como se fosse um pássaro, à espera de um agrado! Já aconteceu de a vizinha abrir a porta e levar um susto ao ver tanto gato. Sou apaixonada por essas fofurinhas dengosas! Não posso viver sem eles!”.
Abraço coletivo
Kelly C. Príncipe Simões da Silva, de Pinhais-PR, tem muitos gatinhos e cada um tem uma recepção especial. “Perto da hora de chegar em casa, eles ficam na porta ou em frente à casa me esperando. A Samantha, uma persa amarela de 1 ano e 6 meses, quando vê que abri o portão, vem ao meu encontro ronronando e se esfregando nas minhas pernas, pedindo colo. Pego-a no colo e entro em casa com ela em meus braços. Em seguida, Samantha pede para descer e outro gatos vêm em direção a porta, me acompanhando até o quarto, onde deixo a bolsa e dou aquele agrado em todos eles”.
Gato de todo lado!
Giana Fonseca, de Florianópolis-SC, tem três gatinhos: o pai, a mãe e um filhotão de 8 meses. “Moro em uma rua sem saída e minha casa é a última do morro. Sempre que chego em casa, após subir a ladeira de minha rua, meus três gatinhos vêm de todas as partes - do terreno do vizinho, subindo a ladeira atrás de mim, de dentro de casa, enfim, de onde estiverem, a toda ‘velocidade’, miando e me dando boas vindas. Quando paro o carro para abrir a garagem, eles sobem no capô e ficam querendo entrar no carro para me fazer carinhos. Após estacionar o carro, todos subimos juntos e vamos colocar comida nos pratinhos”.
Cortejos felinos
Esmeralda Fernandes da Silva, de Carapicuíba-SP, tem um casal de gatos que a recebe com muitos ronrons. Tem coisa melhor? “Quem ainda acha que apenas o cachorro fica esperando o dono chegar em casa do trabalho, está muito enganado. Quem acha que apenas os cachorros ficam dando voltas alegres ao lado do dono é porque ainda não conheceu a calorosa e elegante recepção dos gatos! Pois bem, tenho um casal de gatos: o Clooney e a Mosquita.
Assim que abro o portão da garagem, os dois já aparecem na janela e miando alto. Ao abrir a porta, o Clooney é super ronronento, ele fica ronronando e me rodeando, subindo na minha perna, enquanto a Mosquita fica andando de um lado para o outro miando bem fino e alto com o rabo em pé. Reconheço que todos os dias tenho uma recepção de rainha, pois eles são muito cortejadores, e é maravilhoso saber que todos os dias tem dois coraçõezinhos com muitos ronrons e miados para me receber! Isso não tem preço!”.
Grande festa
Claudia Fernandes, de Montenegro-RS, tem três gatos que fazem uma festança com ela chega em casa. “Eles se enroscam nas minhas pernas, miam, se atiram de barriga pra cima, é a coisa mais linda. Mas tenho um siamês que é uma figura. Ele tem 15 anos e quando saio ele fica na casinha dele, mas quando ele ouve o barulho da chave para abrir o portão ele sai da casinha e fica na área esperando eu entrar. Quando entro, ele vem correndo me encontrar. Eles são muito amorosos”.

Alegria, alegria
Evelyn Barranqueiro, de Campinas-SP, tem uma gatinha doida por arranhadores. “Sempre que chego em casa, minha gata persa Cherrie, corre para o poste de arranhar dela e arranha sem parar com a cabeça inclinada olhando para mim. É o jeito dela mostrar que está feliz porque chegamos. E mesmo se eu chego e saio, nem que seja só pra levar o lixo, quando eu volto lá está ela, correndo pro poste pra fazer sua festinha!”.
Dancinha jubilos
A gatinha de Luciene Oliveira, de Aracajú-SE, chama-se Mafalda e é muito afetuosa e brincalhona. “Sempre que chego, Mafalda corre para a janela do apartamento para me chamar com seus miados e, logo em seguida, corre para a porta miando de euforia. Quando entro, Mafalda começa sua ‘dancinha jubilosa’, como diz meu marido, cujos arranhões no sofá representam sua coreografia. É sempre a mesma sequência, sem esquecer, inclusive, que ela aguarda receber beijinhos na cabeça, balançado o rabinho e fazendo carinha dengosa. Depois, quando quer brincar, traz a bolinha na boca e joga aos meus pés. Mafalda é nosso amor. Ela é o amorzinho meu, do meu marido e da minha filha. Acho sempre um absurdo quando dizem que os gatos não demonstram afeto por seus donos. Mafalda prova que esse tipo de opinião é um equívoco”.
Briga por atenção
Adriane Pereira, de Araranguá-SC, tem 13 gatos que brigam por sua atenção. “Quando chego em casa é uma disputa muito grande por atenção, eu me sento no sofá e ‘tento’ abraçar e beijar todos eles, alguns são mais carentes e outros mais autoconfiantes. Chega a ser engraçado, mais eu amos todos eles igualmente!”.
Bichano carinhoso
Rayana Wara Campos de Arruda, de Belo Horizonte-BH, sempre espera por sua dona atrás da porta. “Às vezes, quando ele está mais animado, tenta ficar um pouco escondido e pula em minhas pernas brincando. Contudo, antes mesmo que eu entre, o espertalhão já percebe se uma visita ou alguém estranho vem junto, situação na qual fica a espionar da porta do quarto. De uma coisa não resta dúvida, ele sempre sabe quando estou chegando, espera por isso e me recebe de forma carinhosa, mesmo que para isso tenha de acordar de um soninho gostoso ou sair de seu local predileto”.
Dupla Dinâmica
Os seis felinos de Mirian Mascarello, de São Marcos-RS, são os seus divertimentos!
Além de uma companhia para todas as horas... “Vou falar aqui de apenas dois de meus gatos, o Júnior e o Piti. Essa dupla de irmãos terríveis costuma ficar na calçada de casa esperando a gente chegar. O Júnior, quando nos vê descendo na rua, vem correndo ao nosso encontro, e quando chega perto, se joga no chão de pernas para o ar, querendo carinho e colo. Já o Piti fica na calçada até chegarmos na porta da garagem, para depois ir ao nosso encontro. Quando o pegamos no colo, fica sentadinho como uma criança e faz massagem com as unhas nos nossos ombros, uma fofura”.
Oegulho felino
Luciana Arrieta Volpato, de Santana do Livramento-RS, tem uma gatinha bem geniosa. “A minha gata Lucíola é muito orgulhosa. Então, quando eu chego em casa, ela finge que nem me vê, olha pro outro lado. Eu finjo que não a vejo também. Sento no sofá e, algum tempo depois, ela desfaz o beiço e vem pro meu colo”.
Gata porteira
Berenice Rodrigues Martins, de Porto Alegre-RS, mora em apartamento, e sua gatinha, a Meg, adora esperar por ela pendurada na janela, vigiando o portão de entrada. “Quando abro a porta, ela estica as patinhas dianteiras pedindo colo, e quando a seguro é só carinho! Ela me cheira, eu a acaricio e converso com ela. Se ela fez arte, desce rapidamente do meu colo pra me mostrar o que fez, se não, fica no meu colo até dormir. É nessas horas que eu vejo o quanto somos apegadas!”.
Gata alpista
Katarina é uma gatinha de 12 anos que tem uma recepção muito divertida. Mas ela nem dá bola para a Alessandra Modena Jacomassi, de São João da Boa Vista-SP, pois ela gosta mesmo é de seu marido. “Ela ama de paixão meu marido e pra mim ela nem dá bola (risos). Quando ele chega em casa, ela sente o cheiro dele de longe. Ela não mia, fica apenas grunhindo, se esfrega e escala as calças dele até conseguir subir em seus ombros”.
Gatinhas espertas
Priscila Bellio, de Sorocaba-SP, tem duas gatinhas bem espertas. “A Shanti é totalmente surda, então ela sempre está dormindo quando chego. Quando tem alguém em casa com ela, a deixamos lá na garagem para ver a rua, pois ela é muito fofoqueira, fica horas sentadinha no portão olhando tudo. Assim que ela vê o carro, ela já levanta e fica miando sem parar. Quando chegamos perto do portão, ela fica de pézinho na grade e miandinho esperando um carinho. Quando entramos, ela sempre vai junto nos acompanhando. A outra, a Jaya, é muito espertinha, e já conhece o barulho do nosso carro. Quando chegamos a pé, ela reconhece o barulho do portão. Como a porta de entrada da minha casa é de vidro, logo vejo um vultinho preto se aproximando. Quando abro a porta, ela está sempre sentadinha, esperando pra recepcionar quem chega. Ela dá uns miadinho e faz carinho na perna da gente, e fica só acompanhando. Onde vamos, ela vai. Mas isso quando ela está dentro de casa, pois a Jaya é muito passeadeira”.
Grande família
Camila Soares, de Capanema-PA, tem muitos gatos. Quando chega em casa, recebe o carinho especial de cada um deles. “Tenho 53 gatos, então imaginem a festa que é quando chego da universidade ou do trabalho. Me cheiram, me mordem com carinho, miau para lá miau para cá. Alguns pulam no meu colo, às vezes arranham, mas é só carinho. Isso dura cerca de 30 minutos, até eu ser liberada para fazer outras coisas. Amo meus bebês”.
Carinhos mil
Os dois gatinhos himalaios de Nara Novais, de Petrolina-PE, são muito carinhosos quando a recebem. “Não é porque são meus, mas meus gatinhos são os mais lindos e carinhosos do mundo!! Quando chego em casa, a Pietra corre e faz um ‘grunhido’, que eu já conheço, pois faz toda vez que quer carinho e, depois, pula na minha cama. Já o Cadu deita em minha barriga e mia bem baixinho pedindo carinho...Meus amores!!!”.
Eita gatinhos geniosos
Christina Marinho Martins, do Rio de Janeiro-RJ, tem dois felinos: o Ratul, que adotou o seu marido, e a Jasmim que a adotou. “Quando chego em casa (mesmo estando dentro do elevador ou ainda no corredor do prédio), a Jasmim está na porta miando e aguardando a minha entrada. Ao colocar o pé dentro de casa, ela dá milhões de cambalhotas, rola, se estica toda e torna a dar mais outras sessões de cambalhotas. Depois, sobe na mesa da cozinha e estica o corpo e a cabeça para receber carinhos. Já o Ratul fica quieto de longe, aguardando pacientemente o término dos carinhos para se aproximar, mas não dá muita bola. Às vezes, vem se roçando nas minhas pernas, outras apenas passa direto por mim. Porém, quando eu e meu marido passamos uns quatro dias fora viajando e deixamos a chave com porteiro para trocar água, limpar a caixa de areia etc., a recepção deles foi terrível. Chegamos em casa e os dois nos cheiraram, nos reconheceram, deram as costas e foram embora, não dando a menor bola para nós. Ficamos pasmos com a indiferença deles. Por mais que os chamássemos, eles não deram a mínima, continuaram deitados em nossa cama como se não houvesse ninguém em casa. E depois dizem que bicho não tem gênio, os meus filhos têm, e como!!!”.
Comportamento raro
Silvia Regina Costa dos Santos, do Rio de Janeiro-RJ, tem um gatinho de dois anos chamado Rick. Segundo ela, este bichano tem um comportamento muito curioso...
“A tigela de comida do Rick fica ao lado da grade que separa a área da garagem de casa. Sempre que estou para sair de casa e chego perto dele para beijá-lo e despedir-me, parece que ele percebe que estou saindo. Ele corre para a tigela e começa a comer. Quando chego no portão e olho, ele já está parado de pé na grade e olhando. Quando chego, do portão já começo a falar com ele. A princípio, ele fica de pé só observando, mas quando percebe que estou chegando perto e vou abrir a grade, começa a correr pela área, se esconde em algum lugar, deixando o rabo de fora ou começa a comer. Isso é, se eu não demorar muito tempo na garagem. Caso contrário, ele se pendura na grade e fica miando alto (comportamento raro nele) até que eu entre em casa. Depois que entro mesmo, ele caminha ao meu lado, até que eu pare e lhe dê um pouco de atenção, seja brincando, escovando ou pegando o biscoito preferido dele”.
Bchana hiperativa
Adriana Fritzen, de Porto Alegre-RS, tem uma bichaninha bem arteira. “A pink, minha gatinha de 4 meses, é hiperativa. Mal abro a porta e ela já sai correndo pelo corredor. Quando ela faz isso, pego-a já no hall de entrada. É uma figura!”
Cada gato com seu mimo
Cláudia Valente, de Campinas-SP, tem dois gatinhos. Cada um a recebe de sua forma. “Balthazar me espera na porta e vai rolando nos meus pés enquanto eu ando. Só para quando o pego no colo. Abigail fica miando onde está e espera pacientemente que eu faça um carinho nela. Uns fofos”.

Recepção divertida
Maria Patricia Adinolfi, de São Paulo-SP, tem duas gatas persas brancas, a Pink e a Mell, que são muito receptivas. “Logo que abro a porta, as duas estão na frente, e assim que entro em casa, elas saem correndo para que eu corra atrás delas. É como se estivessem esperando só para brincar. Correm para trás do móvel da sala e querem que eu balance a cortina em cima delas...é uma festa!”.
Cheio de amor
O gatinho de Eliane Ribeiro, de Campinas-SP, chama-se Mello e é um SRD amarelinho “lindo, cheiroso e gostoso”, descreve ela. “Quando chego no portão e começo a fazer o barulho pra abrir, o Mello pula a janela e sai correndo ronronando, caindo no chão, se esfregando e pulando. Todos os dias são iguais...”.
Melhor hora do dia
Cecilia Rasmussen Cardoso, de Goiânia-GO, é dona de Hilda e Ozzy, uma bela dupla! “Ao chegar em casa, minha gata Hilda me recebe com uns miados roucos, preguiçosos e manhosos. Ela mia umas três vezes, abre a boca num bocejo longo, espicha as patinhas, e se levanta para roçar minhas pernas. Já meu gato Ozzy começa a ronronar assim que me vê. Ronrona tão alto que dá para ouvir de longe. Ele fica molinho no meu colo, relaxado esperando uns beijinhos no pescoço. Eu passo o dia ansiosa por esse momento”.
Trio parada dura
Mara Simone Barros Torres, de São Paulo-SP, tem três gatos: Malandrinha, Zen e Said, todos SRDs. “Quando está próximo do horário em que chego em casa, os três ficam no portão. Logo que chego é uma choradeira, e eles entram em casa ao meu lado. Parece que não comeram o dia todo, vão direto para o pote de comida, esperando que eu ‘mexa’ na comida e fale com eles”.
Gatinho apressado
Clara Bandeira de Albuquerque Beja Nunes, de Vitória-ES, tem um gatinho da raça bengal, que espera religiosamente por sua volta. “Todo dia, por volta das 18:00h às 19:00h, quando chego do trabalho, entro pela porta da cozinha. E lá está o meu gato, Léo, me esperando em cima do microondas. Quando esqueço a chave, e demoram pra abrir ou não tem ninguém em casa, ele fica miando sem parar. A coisa mais linda!”
Gatinho afobado
Marisa, de Joinville-SC, tem um gato SRD chamado Tom, que vai completar 11 anos em novembro deste ano. “Ele já sabe e conhece meus horários de chegada em casa. Ao meio-dia ele está na porta, receptivo, e quando me vê, vai ao meu encontro miando, rolando em minha frente. Aí entramos juntos, ele senta na cadeira e fica quieto esperando eu almoçar. Se ele não tem ração, ele pede. Depois vai correndo para o quarto para dar aquele descaso. É super brincalhão, e muito medroso”.
Louca por coçadinhas
Eliane Lorete, de Cariacica-ES, tem duas gatinhas: a Shana, uma linda SRD branca peluda e sua filhote, a não menos peluda e branca Mia, que com seus 8 meses, é a agitação da casa. “Chego em casa e todos os dias, quando abro o portão do térreo, fico com o coração partido. Moro no segundo andar e quando mexo na tranca do portão, ouço seu miadinho me chamando. Quando meu marido chega, a história é parecida, só que consigo ver alguns detalhes: quando Mia ouve o portão batendo, ela para de fazer o que estiver fazendo (se está dormindo, acorda; se está brincando, deixa a brincadeira; se está comendo, deixa a comida de lado) e vai correndo para a porta esperá-lo. Ela fica deitadinha no tapete da porta de nosso apartamento, com as duas patinhas dianteiras juntinhas, fazendo aquela cara de ‘tô carente, me dá uma coçada no pescoço’. Quando meu marido entra em casa, ela começa a miar e a roçar suas pernas até que ele a pegue no colo e converse com ela um pouquinho. Quando ele não faz isso, ela fica rodeando em volta dele, miando, chega até a dar tapinhas, para que ele dê atenção a ela. A Shaninha, sua mãe, fica embaixo da mesa esperando a gente entrar e tirar a bolsa para dar aquela coçadinha que todo bichano gosta”.
Bichano especial
Laura Barreto Primerano, de Indaiatuba-SP, tem nove gatinhos que a recebem com muito carinho, mas um em especial marcou profundamente sua vida: Pedro Carlos Augusto. “Tudo o que ele fazia, o fazia de maneira diferente e marcante. Era só eu chegar em casa que ele já estava na porta me esperando. Eu entrava, ele dava seu miadinho de boa noite roçando seu corpinho no meu pé e dava sua famosa cambalhota. Depois ia buscar sua bolinha de papel e jogava perto de mim para brincarmos. Eu jogava e ele ia buscar, e jogava perto de mim novamente para a brincadeira continuar. E continua até hoje, em suas lembranças , seu carinho, suas cirandas e uma enorme saudade...”.
Quanta preguiça!
Sabrina Arena Duarte, de Osasco-SP, é recebida por seu gatinho laranjinha com muuita preguiça. “Chego às 16:00h e ele está debaixo das cobertas. Aí eu começo a cantar a música: ‘Meu coração’ e ele coloca uma patinha pra fora, continuo ‘não sei porque’, e ele coloca a outra patinha. Então eu pergunto ‘É o meu menino?’. Pronto! Sai o meu tigresinho com os olhinhos semi-abertos com a cabecinha ainda cheia de sono. Ele fica uns 15 minutos fazendo carinho, mas depois disfarçadamente, volta pra cama. Afinal, ele tem noites muito agitadas e precisa se preparar para o futebol no apartamento!”.
Gatinhos carinhosos

Cristiane Calegrai, de Porto Alegre-RS, tem 14 gatos, mas três deles são mais receptivos: o Tetis, a Branca e o Lindo. “Sempre que ouvem a campainha do portão tocando, quando não estou em casa, vêm correndo para me receber. Me olham bem nos olhos, miam e esperam que eu passe a mão neles, e se não o faço, ficam chateados”.

Três mosqueteiros
Os três gatos de Cristiano Portela (Lora, Branca e Chaminho), de Santa Maria-RS, o esperam na porta, todos os dias. “Mal entro em casa e já se esfregam em minhas pernas. O engraçado é quando fico conversando no corredor, porque uma de minhas gatas começa a miar na porta, não importa se eu estou na entrada do bloco (3 andares abaixo) ou em frente do meu próprio apartamento”.

Gatinho exigente
Giovanna de Andrade Mendes, de Juiz de Fora-MG, tem um gatinho chamado Gary que a espera sempre na porta. “Ele sempre sabe quando estou chegando e vem me esperar na porta. Eu entro, digo boa noite para ele e, como resposta, ele mia e entra comigo em casa me acompanhando para onde eu for. Se tiver acontecido alguma coisa, do tipo a vasilha de comida vazia ou a luz do quarto que ele dorme estiver apagada (se for a noite), ele me chama para que eu vá resolver tudo”.
Gato ator
Karla A. Negrão, de Belém-PA, tem uma gataiada em casa, e é recebida calorosamente por eles. “Eu tenho uma galera e cada um tem uma gatitude. De todos, a recepção mais engraçadinha é a do Boris, o SRD 100% preto, de 5 anos. Ele mia e mia bem alto, se joga no chão e finge que está com dor, quando chego perto ele levanta rápido e começa a se esfregar”.
Uma festa só
Olga, de São Paulo-SP, tem muitos gatinhos, todos eles criados indoor. “Passo o dia todo trabalhando (os 3 períodos) e por isso é natural que quando chego em casa, façam muita festa, né? O Nimbus, meu gatão amado de 2 anos (lindo e famoso), me ignora e vai correndo para a janela ver o que se passa no quintal e só muito depois é que ele ‘se deixa pegar’.
A Tigreza de 1 ano (que mais parece uma onça), se espreguiça, rola no chão, corre pela sala para que a pegue, brinca de verdade! A Eva 10 meses (gata ‘Kinder Ovo’ - chegou há 3 meses e já veio prenha de 4 gatinhos lidos). Ela só falta falar: ‘Me dá comiiidaaa! Tô com fomeeeee! Não quero raçãooo!!’ E olha para mim com aquela carinha vesga dela: Miooooo. Somos uma família feliz!”.
Abraço apertado
Victória Felício Voigt, de Blumenau-SC, adora ganhar um abraço de seu gatinho Kevin quando chega em casa. “Assim que eu abro a porta, o Kevin corre para a entrada e fica me alisando entre as pernas e mia descontroladamente até eu ergue-lo e lhe dar um bom abraço de uns trinta segundos. Ele parece um ursinho bonitinho no meu ombro me abraçando”.
Dupla dinâmica
Thomas e Bebela recebem Cintia Milene Knob, de Novo Hamburgo-RS, com muita alegria e interesse... “Quando chego em casa, os dois vêm até a porta me receber. O Tom sempre alegre e esperto, mas a Bebela vem sempre caindo de sono, com os olhinhos vermelhos e se espreguiçando. Mas quando pego o pacote de ração, os dois vêm correndo! Até a Bebela acorda pra ganhar comida e cafuné!”.
Como um relógio
O Carú, gatinho de Nathalia Tavares Piro, de Boa Vista-PR, sabe exatamente a hora que sua dona chega em casa. “O Carú é como um relógio, pois sabe a hora exata que chegamos em casa. Ele deve ter uma audição hiper-mega-super-apurada, pois quando abrimos a porta, la está ele, com a maior cara de sono, quase cambaleando, de olhos ainda fechados. Claro que o pego e dou um apertão, acordando ele na hora e fazendo com que fique com a aquela cara de velhinho que só ele tem, empurrando o meu rosto coma sua patinha pra que o deixe em paz!”.
Jeitinho especial
Fátima Freitas Fripp, de Porto Alegre-RS, tem seis gatos e recepção varia de dia para dia e de gato para gato. “Em geral, como a casa tem dois pisos e a garagem fica no piso debaixo, quando abro a porta que separa a parte de cima da escada, já encontro dois, três ou quatro deles sentadinhos, só esperando a abertura da porta. Se a chegada é a pé, ou seja, pelo portão da frente, eles vêm, um a um, cada um do seu jeitinho maravilhoso, me recepcionar com aquela esfregação que só gato sabe fazer, já esperando o costumeiro carinho na cabeça. Pena que não tenho seis mãos, pra poder fazer carinho em todos ao mesmo tempo”.
Esconde-esconde
Scheila Bianeck, de Canoas-RS, é recebida com muita festa pelo seu gato Niko. “Quando chego em casa, meu gato fica muito louco, já vem se esfregando em mim. Começa a miar e depois me chama a atenção querendo brincar de esconde-esconde, que ele adora. Já tive vários gatos em toda minha vida, mas nunca vi um gato gostar tanto de brincar de esconde-esconde. Amo muito ele, digo que é meu filho. Não vejo minha vida sem essa bolinha de pelos...hehehe”.
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