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Podemos educar os gatos dos amigos? Amantes de gatos respondem!

Categoria: Estilo de Vida

Autor(a): Júlio Mangussi | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co | Cidade: Campinas/SP | 06/06/2017 - 15:02

Você observa o gato do seu amigo fazendo algo que reprova completamente. E agora? Criticar e interferir na educação do felino ou não?
Podemos educar os gatos dos amigos? Amantes de gatos respondem/ NKMandic/iStock.com EEI_Tony/iStock.com Cheremuha/iStock

Podemos educar os gatos dos amigos? Amantes de gatos respondem/ NKMandic/iStock.com EEI_Tony/iStock.com Cheremuha/iStock

Um grande dilema para todos apaixonados por felinos é até que ponto é positivo educar os gatos dos amigos. Você provavelmente já escutou um amigo reclamando do bichano dele por algum motivo e prontamente pensou: “Mas é claro que seu gato faz isso, a culpa é sua, que reforça esse comportamento errado”. Nessa situação, você expõe a crítica, afinal trata-se de um colega e seu intuito é ajudar, ou não, prefere guardá-la, pois coloca-se no lugar dele e não gostaria que alguém ficasse se intrometendo na educação do seu felino? Invasivo e desrespeitoso ou necessário? Gateiros e gateiras compartilharam com a revista Pulo do Gato o que fariam diante desse dilema, confira!  

NÃO PODEMOS
“Difícil ! Eu particularmente não gostaria de ver ninguém de fora me dando uma bronca ou algo do tipo, a não ser que o gato estivesse atacando a pessoa”- Pamela Barbosa 
 
“Fico quieto. Se for um amigo muito íntimo do meu convívio, eu posso até falar algo, mas quando é com outras pessoas, não. Cada um cuida do seu à sua maneira e com suas possibilidades. Não gosto muito de ‘dar teco’ na vida alheia” 
Sidney Alceísa Durães
 
“O que é certo pra uns, pode não ser para outros. O melhor a fazer é respeitar a individualidade de cada pessoa, pronunciando-se apenas se for solicitado”- Simone Araújo 
 
“Creio que interferir seria algo grosseiro. Isso poderia trazer aborrecimentos ao dono do animal. Contudo, não vejo problema algum em trocar experiências ou, até mesmo, aconselhar um amigo sobre o assunto, uma vez que o bem-estar tanto da mascote, quanto do dono, estão em jogo. A interferência, ao meu ver, só é necessária caso alguém possa ter algum prejuízo causado pelo animal. Nesse caso, o tutor responde e pode ter de arcar com os prejuízos causados a outrem pelo seu bichano. Se houve algum revés, a culpa não é do animal, mas sim do seu dono que não soube educá-lo”- Leandro da Silva de Oliveira


PODEMOS
“Se eu constatar algum tipo de erro ou abuso, me intrometo sim, com toda a certeza”- Valdirene Gutierrez
 
 “Acho que a palavra certa seria orientar. Orientar por meio das experiências e, assim, ajudar o pet a ter um comportamento melhor” - Quezia Sants
 
“Com toda certeza eu iria chamar a atenção dele, até porque ele é meu amigo, não é? Até com pessoas que não conheço, eu falo algo, o que dirá para meu amigo”- Mariana Negrao
 
“Eu não critico. Ouço e procuro falar para as amigas gateiras como eu faço com os meus, como uma forma de orientar as pessoas. Tipo um bate papo, sem me impor, sem criticar... Eu acho que pode dar certo” - Luciana Barreto Spolon
 
“Podemos, mas depende da situação. Ao observar algo absurdo, por exemplo, interfiro, não me calo, principalmente se for o gato de um amigo” - Maria Carolina Dias