Recuperação em família fortalece laços

Categoria: Felinos

Autor(a): Heloíse Santos | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co | Cidade: Campinas - SP | 05/12/2016 - 17:33

Felino e tutor se apoiaram para se reestabelecerem de seus problemas de saúde
Arquivo de Gláucia Baldinotti

Arquivo de Gláucia Baldinotti

Não existe nada mais especial do que compartilhar a vida com um felino. Nós da revista Pulo do Gato recebemos todos os dias dezenas de histórias emocionantes que mostram como esses gatinhos são verdadeiros terapeutas para qualquer tipo de doença ou problema que aparecem na vida de seus tutores. Os donos colecionam histórias de como seus gatos lhes ajudaram a passar por algum momento difícil. Desta vez, confira um caso de união de forças entre o tutor e seu gato para que ambos pudessem superar suas dificuldades com apoio mútuo. 

 

Bem-vindo ao lar

Na casa da Gláucia Baldinotti, em São Paulo-SP, a família sempre teve que lidar com o problema de saúde de seu pai, Osvaldo. Ele nasceu com um distúrbio no coração e teve que fazer uma delicada cirurgia recentemente. Assim, ficou internado por quase um mês e teve de ficar em completo repouso dentro de casa. Enquanto a família enfrentava a vagarosa recuperaçãode Osvaldo, uma prima de Gláucia chegou com um gatinho que a conquistou instantaneamente. “O felino estava muito desnutrido, mordia todo mundo que tentava fazer carinho, comia até vomitar e o pelo era tão duro que parecia um arame”, lembra Gláucia, que deu o nome Kett ao lindo gato de olhos azuis. 

 

Uma surpresa inesperada

Gláucia conta que na primeira noite de Kett na casa ninguém conseguia acalmá-lo. Mas surpreendentemente o gato percebeu Osvaldo, que ainda estava em repouso, e pulou na cama para dormir com ele. A cena se repetiu por todas a tardes e noites até que ambos se recuperassem. “Eles dormiam juntos praticamente o dia inteiro até se restabelecerem, hoje os dois são, como se diz, unha e carne”, enfatiza. 

Depois que o pai de Gláucia melhorou, levou o Kett ao veterinário para tomar todas as vacinas e fazer um check-up. O bichano ainda estava desnutrido e tinha sarna negra dentro do ouvido. Como as plaquetas estavam muito baixas, a veterinária suspeitou que estavivesse com aids felina, mas logo essa hipótese foi retirada com exames detalhados. 

Hoje Kett tem 3 anos, pesa 4,5 kg, tem um pelo muito macio e adora passear de coleira, andar de carro e ser paparicado. “Creio que tanto ele tenha nos ajudado em um momento difícil como nós a ele”, celebra. 

 

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