5 macetes para alérgicos conviverem melhor com o pet

31/01/2018 - 09:53

Especialistas ensinam dicas simples para alérgicos a gato colocarem em prática no dia a dia e fugirem dos espirros
SurkovDimitri/iStock.com

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O que fazer quando se descobre que tem alergia a gatos? Essa dúvida atinge muitos tutores que são verdadeiros cat lovers, mas, ao mesmo tempo, não conseguem conter os espirros e a irritação nos olhos quando estão por perto do pet. Essa questão, nada fácil de resolver, já rondou muitas vezes a cabeça da Priscilla Raibott, atriz do Rio de Janeiro-RJ, quando descobriu que o incômodo que sentia ao beijar Shanna, uma gata sem raça definida (SRD) que faleceu com 1 ano de idade de leucemia felina (FeLV), era, na verdade, uma forte alergia. “Eu sempre tive rinite alérgica desde muito nova e, por conta dessa complicação, animais com pelo eram proibidos para mim”, conta. “Quando saí da casa de meus pais, senti uma vontade enorme de ter uma gatinha bem peluda, já que na infância só tive contato com tartarugas e peixes”, lembra Priscilla. Os indícios da alergia tornavam-se cada vez mais presentes em seu dia a dia, principalmente quando ficava perto da felina. “Os meus problemas continuam, porém não tenho crises com tanta frequência. Até parece que criei certa resistência à doença”, conta Priscilla, que sempre temeu ir a um especialista e ser aconselhada a doar o animal. “Quando os sintomas ficam mais fortes, eu tomo um antialérgico e sigo feliz com a minha nova companheira, Jurema, uma gata SRD de 1 ano que apareceu na minha vida”, conta. Para ela, o amor pelos gatos é maior que o sofrimento de perder um pet ou de sua alergia. 

Assim como Priscilla, que optou por continuar com sua felina, muitas pessoas têm essa feliz escolha – ainda bem! Para ajudar você, gateiro alérgico, a conviver com o seu bichano sem passar o tempo todo coçando o nariz ou espirrando, conversamos com especialistas que deram dicas de como manter essa relação saudável e, melhor de tudo, sem radicalismos. 

 

 

 

 

ENTENDA MELHOR A ALERGIA

 

A crença popular diz que é o pelo do gato o responsável por causar alergia, mas saiba que não é bem isso que acontece. Na verdade, o que causa essa complicação é uma proteína chamada de Fel d 1, produzida pelas glândulas salivares (saliva), sebáceas (pele) e perianais (da região do ânus), dos felinos. “A pele e os pelos desses animais servem como reservatórios dessa proteína”, desmistifica Ludmilla Malta, médica veterinária especializada em felinos em Goiás-GO. Ela salienta que animais castrados podem apresentar índices menores dessa proteína, já que a produção desse alérgeno é influenciado pela testosterona.

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