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Está pensando em ter um gatinho? Veja 7 histórias de gateiras que vão te convencer

Está pensando em ter um gatinho? Veja 7 histórias de gateiras que vão te convencer

Está pensando em ter um gatinho? Veja 7 histórias de gateiras que vão te convencer

Adotar um gato de rua requer dedicação e paciência. Muitas vezes, os felinos chegam medrosos e agressivos e precisam de cuidados especiais para viver em harmonia com seus novos donos. Perguntamos aos leitores da Pulo do Gato como conquistaram seus gatinhos encontrados na rua e recebemos sete histórias emocionantes sobre como os bichanos transformaram suas vidas. Confira:



Luciana Navarro e o gatinho Pitoco
Crédito: Ka Nogueira

Um caso de amor: a história de Pitoco
Dona de dois gatos resgatados da rua, a gerente de Tecnologia da Informação, Luciana Navarro, de São Paulo-SP, havia decidido fazer de sua casa um lar temporário uma vez por ano. Encontrado na sarjeta em um dia de chuva em 2015, quase sendo levado pela enxurrada, o pequeno gatinho preto chegou até ela por meio de uma conhecida que, por ter nove gatos, não poderia ficar com mais um. “Ele era tão pequeno que cabia na palma da minha mão, por isso o nome Pitoco”, recorda. Mesmo já em segurança, o pequeno não queria que ninguém chegasse perto e se escondia. “Depois de muito tempo, ele começou a entender que eu não iria machucá-lo”, afirma. Ao procurar por lar definitivo para Pitoco, as tentativas foram em vão. “Foi uma frustração. O Pitoco ficava enlouquecido de medo. Se escondia, corria para todo lado, arranhava a todos. As pessoas querem um gato mansinho que venha no colo”, diz. Pitoco, então, acabou ficando na casa de Luciana, definitivamente. “Decidi ser mãe de três gatos”, comenta.


Lauren Reck e seu gatinho Carlos Macho
Crédito: Arquivo pessoal de Lauren Reck

Surpresa em um dia chuvoso
Encontrado aos 3 meses de idade nas ruas, em uma semana chuvosa do ano de 2006, o desconfiado Carlos Macho viu sua vida mudar ao conhecer sua dona atual, Lauren Reck. Magro e doente, passou por tratamento e ficou com uma sequela no olho esquerdo. Embora ainda seja tímido com visitas e não tenha criado confiança na caixa de transporte, Lauren diz que a única necessidade específica para receber o pet foi colocar telas no apartamento. Hoje, aos 10 anos, o companheiro da gateira a segue por todos os cômodos da casa e tem até uma irmã caçula felina, Jéssica, que também foi encontrada na rua. “Ele é o amor da minha vida! Quando eu estou triste, ele deita no meu colo, olha para mim e faz eu me sentir melhor”, comenta Lauren.


Cristina Milanez e sua gatinha
Crédito: arquivo pessoal de Cristina Milanez

Nova lar, novo pet
Cristina Milanez de Paula conta que sempre quis adotar um gato de rua e a oportunidade veio com a mudança para a cidade de Maricá, no Rio de Janeiro. “Encontramos um filhote na rua que mais parecia um rato. Era fêmea e as crias começaram a vir até que castrei. A mais velha tem mais de 13 anos”, afirma. “Quando peguei minha primeira gata, ainda não morava em casa, pois esta estava em construção. Então fiz um buraco na porta e deixei bastante água e comida para ela. A felina se adaptou muito bem e sempre estava lá quando retornávamos. Ficou muitos anos conosco, deixou vários filhotes que também criei. Se pudesse e se tivesse mais dinheiro, teria muitos mais gatos”.



Fabiana Massula e o gatinho Ford
Crédito: arquivo pessoal de Fabiana Massula

Casa recheada de gatos
Já Fabiana Massula tem hoje, além dos dois que adotou em feiras, seis gatos que foram encontrados nas ruas: Hanna e Cindy, que estavam em uma construção, Fordinho, Mini, Kombi e Pretinha. Os três últimos foram descobertos em um terreno baldio. Segundo ela, todos tinham meses de idade quando ganharam um novo lar. “Acho que a Hanna e a Cindy foram encontradas com 3 meses, nunca haviam tido contato com humanos. Até hoje não gostam de visitas em casa. O Fordinho é superamigável e devia ter 4 meses quando o achei. Mini, Kombi e Pretinha eram muito ariscas e demoraram um pouco para se sentirem seguras em casa. Só agora, com uns 6 meses, é que estão menos medrosas”, revela.



Teresa Silva e a gatinha Pissana
Crédito: arquivo pessoal de Teresa Silva

Gatinha brincalhona
Teresa Silva conta que nunca havia tido um animal de estimação antes, até encontrar a gatinha Pissana no sótão de casa. Convencida por sua esposa, decidiu ficar com ela por uma semana até que a felina magrinha e manca melhorasse. O casal e os sobrinhos de Teresa estão com a pet até hoje. “Curiosamente, a adoção aconteceu menos de 1 mês depois de eu perder minha mãe. Tem quem diga que ela veio para nos ajudar a superar a dor. Ela fez um bem enorme a todos nós aqui de casa”, declara. Segundo Teresa, Pissana adora brincar de pega-pega e costuma pedir aperitivos logo cedo. “Faz a carinha do gato do Shrek e pede petisco e, depois de comer já nos chama para brincar. Ela adora que a gente corra atrás dela, depois ela se esconde e sai correndo atrás de nós, nos empurra com a patinha, como se estivesse dizendo ‘te peguei’”, diz.


Safirinha, de Silma Gois
Crédito: arquivo pessoal de Silma Gois

A preciosa Bia Safira
“Aqui em casa nós amamos animais. Todos os dias pela manhã e à tarde, meus pais e eu colocamos ração e água na porta da nossa casa para um cachorro e cinco gatos de rua. Dentre esses cinco gatinhos, uma, que é a mais sapeca, começou a ficar ansiosa com o horário da comida e passou a pular o muro e aparecer duas horas mais cedo. Aí colocávamos comida e abríamos o portão para ela ir embora. À noite, ela voltava a pular o muro só para ficar perto da gente no terraço. A cada dia conquistava um pouco do espaço da Nina, uma cadelinha Poodle. Até que não resistimos aos encantos dela e a adotamos! Então o nome completo ficou Bia Safira, em homenagem à personagem da novela Cúmplices de um Resgate, mais conhecida como Safirinha. E nós, que nunca tivemos gatos em casa, fomos abençoados com essa linda gatinha. Hoje ela tem até alguns vídeos no YouTube brincando com quebra-cabeça e notebook”. (Silma Gois, São Luís –MA, por e-mail)



Gatinha Nina, de Sueli Garcia
Crédito: arquivo pessoal de Sueli Garcia

Nina, a modelo
“Minha humana, Sueli, a quem eu chamo carinhosamente de ‘mamys’ estava passando perto de onde morava e ouviu um miado. Não pensou duas vezes e, ao me procurar, encontrou dois olhos azuis enormes e brilhantes pedindo socorro. Eu estava muito magra, machucada, com diarreia, os pelos do meu rabo, da perna e do bumbum haviam caído. Mamys me levou para casa e começou a cuidar de mim. Algumas pessoas falavam o tempo todo que eu passaria doença para o Nick, meu irmãozinho que virou estrelinha, mas ela sempre me defendia. Foi um começo bem difícil para nós. A Poodle Suzie me amamentou e isso ajudou a me salvar, pois eu fui reagindo e ficando cada vez mais forte. O que a adoção mudou na minha vida? Tudo, porque se não fosse a mamys, com certeza eu não estaria viva hoje. Ela nunca desistiu de mim e sempre acreditou que eu era uma vencedora. Hoje estou linda, saudável e trabalho como cat model. Em maio completo 6 anos vitoriosos, felizes e com muito amor”. (Sueli Garcia, de Ipatinga-MG, por e-mail)

Veja na reportagem da Pulo do Gato como tornar seu gatinho mais sociável: 
http://www.revistapulodogato.com.br/destaques/ler-destaque/186/9-dicas-de-como-deixar-felinos-mais-sociaveis

História enviada por: Jornalismo Top.co - Campinas / SP - 08/03/2017 - 00:00

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